Método.
Não receita.

O protocolo é estrutura, não script. A arquitetura é constante — avaliação, intervenção, regulação, consolidação. O que adapta é o conteúdo, calibrado ao ecossistema específico de quem está no protocolo.

Cinco decisões que
governam o trabalho.

01

Mensurável

Instrumentos validados aplicados de forma longitudinal. O progresso não é sentimento — é observável.

02

Baseado em evidências

TCC, ABA e neuropsicologia clínica com literatura atual. Nada entra no processo sem antes ter sido testado fora dele.

03

Adaptativo

Cada caso tem ecologia própria. O protocolo molda-se ao contexto, não o inverso.

04

Colaborativo

Você é co-autor do próprio caso. A formulação clínica é lida junto, não entregue.

05

Antifrágil por design

O objetivo final não é retorno ao baseline. É um sistema que, após a intervenção, opera com mais margem do que tinha antes — capaz de absorver perturbações futuras sem colapsar.

Se algo aqui te reconhece,
o protocolo foi desenhado para você.

  1. 01

    Às 3h da manhã, o trabalho ainda está na sua cabeça.

    Não é insônia. É hipervigilância crônica — o sistema nervoso treinado para nunca baixar a guarda. O silêncio virou desconfortável porque o cérebro não sabe mais o que fazer sem uma ameaça para processar.

  2. 02

    Existe um abismo entre o que você transmite e o que você sente.

    A exaustão que não aparece em nenhum relatório, a irritabilidade que você controla na reunião e descarrega em casa, a sensação crescente de que está operando no limite — e que ninguém pode saber disso.

  3. 03

    O que te trouxe aqui está te impedindo de ir além.

    A hipervigilância que construiu o negócio agora corrói a qualidade de vida. O controle que garantiu os resultados tornou as relações tensas. A alta performance que te definiu virou a armadilha que te consome.

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