Fundadores & C-Level
Tomada de decisão sob pressão crônica. Exposição contínua a ambiguidade, entropia e contexto mutante. O custo não aparece no resultado trimestral — aparece no sono, no julgamento lento e no viés não visto.
Erosão de margem é o fenômeno que eu vejo com mais frequência em quem chega ao consultório. Não é burnout. Não é depressão. Não é falta de disciplina. É um sistema altamente capaz consumindo mais margem do que consegue reconstituir — até que decidir sob pressão passa a custar o que antes era barato.
O trabalho clínico não é te convencer de que você está bem. É mapear o ecossistema que está cobrando margem e renegociar a estrutura.
A clínica é estruturada para um perfil específico — pessoas cuja tomada de decisão tem consequência e cuja janela de tolerância a erro está encolhendo.
Tomada de decisão sob pressão crônica. Exposição contínua a ambiguidade, entropia e contexto mutante. O custo não aparece no resultado trimestral — aparece no sono, no julgamento lento e no viés não visto.
Pessoas que lideram equipes complexas e percebem que o padrão que os fez chegar até aqui começou a cobrar caro. Decisões boas que viraram decisões cansadas. Reuniões que virariam diagnósticos sob os próprios sinais.
Cirurgiões, cientistas, advogados sêniores, artistas performáticos. Pessoas em ofícios onde o julgamento sob pressão é o produto — e onde a erosão cognitiva é indistinguível de experiência acumulada, até deixar de ser.
A abordagem integra neuropsicologia clínica, psicoterapia cognitivo-comportamental (TCC) e análise do comportamento aplicada (ABA). O ponto de partida é o mapeamento de padrões cognitivos — viés ativo, fadiga decisória crônica, dissonância entre autoconceito e comportamento real.
A intervenção é estruturada e mensurável. O objetivo não é insight isolado — é mudança verificável de repertório com impacto em performance, relacionamentos e qualidade de vida.
Mapeamento de padrões cognitivos, vieses operacionais e pontos de falha não conscientes. Você sai sabendo o que mantém o padrão — não uma hipótese.
Reestruturação cognitiva e modificação de repertório via TCC e ABA. Baseado em evidências, aplicado ao seu contexto. Comportamento verificável, não insight isolado.
Protocolos com Neurofeedback, Biofeedback e HRV para sobrecarga crônica, erosão cognitiva e fadiga decisória. Capacidade operacional preservada. Sem afastamento. Sem medicação desnecessária.
Expansão da resiliência para ambientes de alta entropia. O sistema não apenas se recupera — fica mais robusto do que estava antes.
Semanal ou quinzenal, a depender do estágio. Intervenções concentradas quando o caso pede.
Online por padrão, para manter o rigor independente da geografia. Presencial em São Paulo por indicação específica do caso.
Protocolos tipicamente de 3 a 12 meses. Acompanhamento contínuo disponível para quem opera com exposição crônica.
Sigilo profissional integral. Infraestrutura LGPD-conforme. Nenhuma comunicação fora dos canais seguros.
A agenda opera em capacidade reduzida por design — não por escassez artificial. Cada caso exige tempo fora da sessão (leitura, supervisão, integração de dados). O formulário de candidatura existe para confirmar ajuste mútuo antes do compromisso.