O que chamam de estresse
raramente é estresse. É erosão
de margem.

Erosão de margem é o fenômeno que eu vejo com mais frequência em quem chega ao consultório. Não é burnout. Não é depressão. Não é falta de disciplina. É um sistema altamente capaz consumindo mais margem do que consegue reconstituir — até que decidir sob pressão passa a custar o que antes era barato.

O trabalho clínico não é te convencer de que você está bem. É mapear o ecossistema que está cobrando margem e renegociar a estrutura.

Alta capacidade não protege.

A clínica é estruturada para um perfil específico — pessoas cuja tomada de decisão tem consequência e cuja janela de tolerância a erro está encolhendo.

Perfil 01

Fundadores & C-Level

Tomada de decisão sob pressão crônica. Exposição contínua a ambiguidade, entropia e contexto mutante. O custo não aparece no resultado trimestral — aparece no sono, no julgamento lento e no viés não visto.

Perfil 02

Líderes & Gestores sênior

Pessoas que lideram equipes complexas e percebem que o padrão que os fez chegar até aqui começou a cobrar caro. Decisões boas que viraram decisões cansadas. Reuniões que virariam diagnósticos sob os próprios sinais.

Perfil 03

Profissionais de alta expertise

Cirurgiões, cientistas, advogados sêniores, artistas performáticos. Pessoas em ofícios onde o julgamento sob pressão é o produto — e onde a erosão cognitiva é indistinguível de experiência acumulada, até deixar de ser.

Ciências do comportamento aplicadas.
Não intuição.

A abordagem integra neuropsicologia clínica, psicoterapia cognitivo-comportamental (TCC) e análise do comportamento aplicada (ABA). O ponto de partida é o mapeamento de padrões cognitivos — viés ativo, fadiga decisória crônica, dissonância entre autoconceito e comportamento real.

A intervenção é estruturada e mensurável. O objetivo não é insight isolado — é mudança verificável de repertório com impacto em performance, relacionamentos e qualidade de vida.

Erosão de Margem Dysrationalia Executiva Soberania Cognitiva Neurofeedback Biofeedback HRV ABA Clínica TCC
  1. 01

    Avaliação neuropsicológica

    Mapeamento de padrões cognitivos, vieses operacionais e pontos de falha não conscientes. Você sai sabendo o que mantém o padrão — não uma hipótese.

  2. 02

    Intervenção cognitivo-comportamental

    Reestruturação cognitiva e modificação de repertório via TCC e ABA. Baseado em evidências, aplicado ao seu contexto. Comportamento verificável, não insight isolado.

  3. 03

    Regulação do sistema nervoso autônomo

    Protocolos com Neurofeedback, Biofeedback e HRV para sobrecarga crônica, erosão cognitiva e fadiga decisória. Capacidade operacional preservada. Sem afastamento. Sem medicação desnecessária.

  4. 04

    Consolidação e antifragilidade cognitiva

    Expansão da resiliência para ambientes de alta entropia. O sistema não apenas se recupera — fica mais robusto do que estava antes.

Como o atendimento
acontece.

CADÊNCIA

Semanal ou quinzenal, a depender do estágio. Intervenções concentradas quando o caso pede.

MODALIDADE

Online por padrão, para manter o rigor independente da geografia. Presencial em São Paulo por indicação específica do caso.

DURAÇÃO

Protocolos tipicamente de 3 a 12 meses. Acompanhamento contínuo disponível para quem opera com exposição crônica.

CONFIDENCIALIDADE

Sigilo profissional integral. Infraestrutura LGPD-conforme. Nenhuma comunicação fora dos canais seguros.

Não há lista de espera.
Há candidatura.

A agenda opera em capacidade reduzida por design — não por escassez artificial. Cada caso exige tempo fora da sessão (leitura, supervisão, integração de dados). O formulário de candidatura existe para confirmar ajuste mútuo antes do compromisso.

Iniciar candidatura Ler o protocolo